Misandria

O Brasil não mede limites às atitudes que toma, não analisa as consequências, vai tomando para agradar segmentos. Agora viram que mulher é maioria dos votantes com grande parcela à esquerda e aí está o seu alvo. Agradá-las. E de quebra, agradar organismos internacionais, ONU, órgãos de meio ambiente e outros que fazem pressão.
O assunto da hora é tudo relativo à misoginia. De inicio interpretei denuncias, que surgem, como sendo teoria da conspiração, até que passei a tomar atenção e formar opinião própria. Existe sim, a misandria.
Querendo agradar o majoritário eleitorado feminino, dizendo que o alvo é a proteção da mulher. Ate isso é discutível, criam mais problemas do que dão proteção real. Feminicídios continuam pipocando, o que dá para se entender que quem é desnorteado a esse pronto não liga para medidas protetivas, ou tornozeleiras. Vai lá e mata.
O excesso de proteção dado à mulher, em desfavor do homem é gritante. Violência psicológica, patrimonial, esta, por exemplo é assunto civil, existe vara própria, o Judiciário que fizesse andar rápido.
Além da violência física, a única violência de que a mulher precisa ser defendida é da ameaça de violência física. “Se você sair assim eu te quebro no pau”. Apenas discutir com voz alta e ríspida não deveria constituir violência, a mulher tem que saber conviver e contornar, ou fazer voltar a mulher à condição de semi-incapaz, que não sabe lidar com a contrariedade. Alias vê-se muita mulher falando de forma igualmente ríspida e histérica, com o companheiro, acredito que seja meio a meio.
Importante é que mulher nenhuma vai querer o filho jovem perder o primeiro estagio, por usar tornozeleira, colocada em medida protetiva, de “uma zinha qualquer , com quem ele se envolveu. Ou o filho vivendo como morador de rua, porque o Estado não estudou o suficiente a forma natural de desenvolvimento do cérebro masculino. Não fez o obvio, não observou a natureza ali ao lado. O que serve para gambás serve para gente. Também vemos abuso do álcool. Morte do coração antes da meia idade, casos de suicídio e abandono da escola. Nada disso com ação específica do governo. O que as mães acham disso?
Não é levado em conta que homens e meninos também são queridos e intrinsecamente envolvidos com mulheres. Mãe não quer, ou não deveria querer ser protegida por lei, que derrube seu filho.
Minorias, minorias, minorias. Chega de minoria. Minorias têm que se misturar com as maiorias, cuidar de ser assistida, no que puder, de preferência em silencio. Fica uma pergunta: nas grandes catástrofes quem vai tomar a frente? Homens amordaçados?
Querem os homens desarticulados para não criarem reação e poderem impor o que quiserem a nosso pais. Certamente é coisa tramada longe.

 

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