Ajuda de custo
Esse controverso sistema de ajuda de custo, vulgarmente chamado rachadinha sempre foi aplicado na política. A primeira vez que ouvi falar foi em administração do PT, não sei se inventada por eles. Era para o partido, mas não era distribuída irmãmente para todos, era gasta com as estrelas, os correligionários mais simples ficavam de fora. Como se os grandes candidatos fizessem rachadinhas para si próprios.
Em administração do PT na prefeitura de Vitória, que tinha como aliado o PC do B, era exigido que os comissionados deixassem 10% para o partido. O PC do B exigia 30%. Quem me contou foi um comissionado do PCdoB com quem tive relacionamento de amizade.
Nada mais fácil de entender que candidatos sem partido forte criassem o próprio sistema de ajuda de custo, para uma tentativa de reeleição, que poderia beneficiar todos do gabinete.
Tirando os naturalmente ricos, que podem bancar a própria candidatura e aqueles com grande apelo popular, por vir da mídia, ser ator, ou desportista famoso, é uma forma de ajudar a reeleição e dar continuidade a programas. Melhor do que se eleger com doações do jogo do bicho, ou crime organizado, como muitos fazem.
O importante é que não sai dinheiro a mais do governo, como ocorre com a ladroagem e gastança deslavada do próprio PT. Aliás essa questão só é mencionada porque foi a única forma de tentarem atingir o respeitável político Jair Bolsonaro, através de suposto envolvimento de um filho seu com a questão.
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