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Educação elétrica

Quase todos os dias ouvimos falar em incêndio em residências, quase sempre causados por problema elétrico. Ocorrem em todo tipo de moradia, desde barracos extremamente mal construídos e irregulares até em imóveis chiques. Muitos perdem o pouco que conseguiram adquirir, além do risco de vida e ferimentos. Fora o trabalho que dão aos bombeiros. Atualmente muitos têm ar condicionado, todo tipo de eletrodoméstico, especialmente microondas e fritadeira, quando a maioria dos imóveis possui um único circuito, muitas vezes gambiarra. A mudança do padrão de iluminação para led deu um refresco, mas os aparelhos citados acima consumiram e superaram essa folga. Até porque um curto circuito pode ser criado em poucos minutos. Seria uma boa hora das concessionárias assumirem a responsabilidade de instruir os usuários. Deveria inclusive ser imposição do poder público. As pessoas deveriam saber que não podem usar simultaneamente microondas, fritadeira, ferro elétrico, chuveiro elétrico, além de secado...

Missa

Comparando missas de hoje com as da minha infância, missas de antigamente eram sérias. Não eram meus olhos infantis, as missas eram mais sérias mesmo. As primeiras a que assisti eram em latim. Logo mudou para português, mas continuaram sérias O Evangelho era lido pelo padre e depois explicado. Seriamente! Os padres sabiam adaptar a explicação do Evangelho ao tempo em que vivíamos. No tempo de Cristo os costumes em vigor eram outros. Agora cada vez mais vemos padres e leigos com voz, que muitas vezes não dizem coisa com coisa. A gente vai à missa pedir pela alma de pessoa querida e gostaria que o ambiente fosse mais distinto. Primeiro que misturam missa por falecimento, onde as pessoas vão em busca de conforto, com celebrações. Isso já há algumas décadas. Lembro da missa de sétimo dia de um amigo, que na hora de falar com a família tive que abrir caminho entre dezenas de pessoas engalanadas, que forçavam um abraço, me confundido com os participantes de umas bodas de ouro, celebr...

Congolês

A revista Caras trouxe matéria com um ator belga-congolês, membro de banda e participante de filme. O pai veio para ser professor de matéria étnica na USP. Sempre me preocupa essa chegada, ou imigração de africanos. Nada contra etnias, eu própria, o que mais tenho são etnias. A preocupação é que aqui temos o controvertido sistema de cotas raciais. Cotas criadas para compensar aqueles cidadãos, que os antepassados para cá vieram como escravos. Controvertidas, porque a defasagem cultural deveria ser vencida com ensino compensatório e não simplesmente botando para dentro. Em virtude das citadas cotas, o Brasil deveria adotar urgentemente a ciência de identificação racial pelo DNA, como forma de justiça para todos os brasileiros. Muitos pardos (hoje chamados genericamente negros, imitando padrão norte-americano, além de brancos, tiveram antepassados, não apenas escravos, mas também europeus, que para cá vieram forçados por razões diversas, inclusive religiosas. Além de nativos. Construíra...

Internet

A internet já foi coisa muito boa. Nos anos noventa colocava o mundo de então dentro da casa da gente, agora não. Não adianta desabilitar tudo, sempre sobra algum rastro. Há o problema dos hackers, mas é de se supor que a proteção também deveria ter crescido, nesses trinta anos. Em 1997, um sobrinho, que havia acabado de voltar de intercâmbio nos Estados Unidos, me disse que era o aniversário da “Mãe Americana”. Perguntei: Quer enviar umas flores para ela? Pesquisei pelo Altavista, na época não havia o Google, achei uma floricultura em Denver, a cidade onde morava , comprei as flores pelo cartão de crédito internacional e fiz enviar. Gastei muito menos de dez minutos. E ela recebeu. Como disse, em 1997 ! Agora tento enviar um ovo de páscoa para minha filha, também nos Estados Unidos. Pesquisei bastante e parece que eles não tem o hábito daquele ovo de páscoa como os daqui, presenteiam com caixa ou cestas de ovinhos e candies. Também dificultavam a transação, tentei em vários locais e ...