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Bolsa família

Quem está errado? Claro que é o governo do PT e seus eleitores, especialmente aqueles que estudaram. Minha dentista está com problema de atendente. Acabou conseguindo de volta uma antiga, que não quer de forma alguma ter a carteira assinada, para não perder a bolsa que recebe do governo federal. Bolsa é óbvio, paga com o dinheiro dos nossos impostos, os mais altos do mundo. Governo que faz isso buscando iludir o pobre, para se perpetuar no poder. A dentista morre de medo da situação. Medo de ser apanhada e receber multa altíssima, equivalente a anos de teabalho.  Conheço a história dela. Profissional que se formou com muito esforço próprio conseguiu se instalar e luta 6 dias por semana, mais de dez horas por dia, para manter um padrão equivalente ao de um funcionário público aposentado. É assim com a rala camada, ainda produtiva da população. Quem pode está se mudando para o Paraguai. O que causa estranheza é que a parte aquinhoada dos seus eleitores não percebe o que ocorreu e oco...

Misandria

O Brasil não mede limites às atitudes que toma, não analisa as consequências, vai tomando para agradar segmentos. Agora viram que mulher é maioria dos votantes com grande parcela à esquerda e aí está o seu alvo. Agradá-las. E de quebra, agradar organismos internacionais, ONU, órgãos de meio ambiente e outros que fazem pressão. O assunto da hora é tudo relativo à misoginia. De inicio interpretei denuncias, que surgem, como sendo teoria da conspiração, até que passei a tomar atenção e formar opinião própria. Existe sim, a misandria. Querendo agradar o majoritário eleitorado feminino, dizendo que o alvo é a proteção da mulher. Ate isso é discutível, criam mais problemas do que dão proteção real. Feminicídios continuam pipocando, o que dá para se entender que quem é desnorteado a esse pronto não liga para medidas protetivas, ou tornozeleiras. Vai lá e mata. O excesso de proteção dado à mulher, em desfavor do homem é gritante. Violência psicológica, patrimonial, esta, por exemplo é assu...

Brincos de supermercado

Sai agora há pouco, nas vizinhanças, para comprar brincos para ir ao supermercado. A funcionária da loja tentou me mostrar semi joias e até joias mesmo. Descartei: Isso eu tenho. Algumas joias, que não uso e muita bijuteria fina, a maioria ganha de presente, coisas para usar à noite, ou de tardinha. Quero mesmo brinco para usar de manhã, para ir ao supermercado. Alguns dos que tenho quebrou o pino, ou  perdi, ou não lembro onde deixei. Sempre, na hora de sair, passo os olhos no espelho e sinto que está faltando alguma coisa, aí vejo: uns brincos para por nos furos das orelhas. Comprei uns que ela me mostrou e já saí da loja com eles.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Tracking). Com outros navegadores é Configurações, Privacidade e desmarcar o que estiver impedindo compartilhamen...

Estacionamento automatizado

Fui ao shopping Praia da Costa, em Vila Velha, ES e de bobeira peguei ticket do estacionamento, quando sempre uso o Sem Parar, sistema de pagamento automático para veículos, que uso desde bem antes da pandemia. Ao sair fui tentar pagar e a máquina não aceitou o ticket. Achei que estava cobrado no Sem Parar, tentei sair e a cancela não abriu. Consegui falar com um atendente, que me mandou retornar à máquina. Retornei. Ai começou o suplício. A máquina era inteiramente digital, por toques, eu tinha que adivinhar como por para funcionar, até que fiz aparecer voz com instruções: "Mostrar o documento do carro". Tive que buscar no aplicativo da CNH e encontrar a lente da máquina para aproximar, seguindo instruções. Depois quiseram minha habilitação. Tiver que fazer da mesma forma. Depois pediram para eu falar meu CPF e fiz o que foi pedido. Depois ainda quiseram o RENAVAN. Eu já estava cansada. Pedi: onde é sua sala que vou aí mostrar. "Eu não estou nem no Est...

Estudo de desigualdades

Discutir desigualdades cabe em universidades? Claro! Para alunos que têm base ajustada, já nos primeiro e segundo graus. No fundamental, o aluno tem que saber que existem desigualdades, que todos tem que respeitar o desigual e fazer o que estiver a seu alcance para reduzi-la, chamando o excluído para brincar em seu grupo, repartindo conhecimentos e até uma guloseima. O mesmo no segundo grau, aprender sobre as desigualdades, por que existem, o que está a seu alcance para reduzir. Reforçar a própria disciplina, enquanto estudante, para combater a própria desigualdade. A universidade deveria ser para a elite intelectual, construída nos períodos anteriores, que deveriam ter a qualidade necessária. Elite intelectual, não social, ou financeira. O tema desigualdade deveria ser aprofundado nos estudos, em todos os cursos universitários. Como projetar moradias seguras e fazer o custo acessível a todos, como a carência geral vivida na infância influi no tratamento médico hoje e assim em todos ...