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Estado forte

Estados fortes não existem. Existem mandantes despóticos. Hitler, com seu nazismo e o Stalin, com seu socialismo-comunismo pregavam Estados fortes. Eram iguais, em quase tudo. Apenas o Nazismo deixava os bens de produção em mãos privadas, sob comando e humores do Fürher e o socialismo as tomava para o Estado, ficando sob os humores do mandante. Tanto o Hitler, como os ditadores comunistas tinham seus inimigos. Os do Hitler, judeus, ciganos, minorias de toda ordem, que eram presos, sem qualquer razão e quase sempre assassinados. Para os socialistas, o empreendedor nato era o inimigo. Os suplícios, os mesmos. Também minorias. Fidel Castro obrigou os gays a trabalhos forçados, para virarem machos. Em suas essências foram iguais; ao contrário do que os intelectuais tentam impor, nazismo é socialismo. Tudo esquerda. Gostavam de discursos conclamativos para os trabalhadores. Os de Fidel* duravam muitas horas. Os de Hitler usavam uma estratégia: Terminavam meia hora antes do final do expedien

Nossos direitos

Temos que continuar mobilizados e levar o bolsonarismo sempre para a frente. Bolsonarismo é muito maior do que petismo. As últimas eleições não foram ganhas, foram tomadas, repetindo palavras do ministro Barroso, do STF. O negócio é deixar o usurpador tomar posse e ir esfacelando-o aos poucos, juntando, constantemente, gente nas ruas, pressionando o Congresso a não aprovar seus projetos e indicação que faça, para o Supremo. Obrigá-lo a renunciar, ou melhor, sofrer impeachment, pelo Senado,  levando consigo a corriola. Mais ainda, vamos lutar pelos nossos direitos. Fazer limpeza total no Supremo e para começar, não abrimos mão da cabeça do Alexandre de Moraes. Anular todos os atos dele. Nada sabe da Constituição, pensa que é acessório de banheiro. E não é o único, há outros ministros a serem sentenciados. Vamos montar quartel na frente do Senado cada vez que houver uma votação. Substituição para o Supremo, tem que passar por nosso crivo. Dinheiro para ditaduras parceiras do P

Cidadãos

As leis trabalhistas criam dois tipos de cidadão: Um infantilizado, precisando de tutela, o empregado, protegido pelas leis. Este não precisa cuidar do próprio futuro, um patrão que o faça por ele. Pode ser empregado de salário majestoso, mas alguém será responsável, por sua segurança financeira e seus direitos. Outro, o cidadão adulto. Cria o próprio negócio, cria o próprio emprego e o de terceiros. Tem que conseguir financiamentos, pagar juros, passar noites em claro, ficar atento à fiscalização e auditorias de prefeituras, dos órgãos de receita e de ministérios. Tem que estar atento a ações judiciais, mesmo descabidas, ficar de olho na concorrência e nas tendências de mercado. Mesmo sendo um armarinho, um petshop, uma oficina, ou até um camelô. Tem que estar preocupado com as mercadorias, com a segurança, que o Estado não fornece, com as perdas, tudo sobre os seus ombros. Responde por erros e inconveniências, de seus empregados. É, realmente, uma grande desigualda

Atraso

O que nos deixa espantados, com esse arranjo que fizeram para colocar o Lula no governo, é que quando veio a Lava-a-Jato pensamos que tinha acabado aquele velho costume, de prender pobres e negros, sendo que  ricos safados e ladrões do dinheiro público, se safam. Essa medida do Supremo, liberando o corrupto Lula e o elegendo, fez ao Brasil um atraso, de difícil recuperação. Atraso, principalmente, aos olhos do mundo. Não dá pra entender o sentimento anti-bolsonarista, de alguns, que acabou se tornando um vale-tudo. O que tinham contra ele? Ah não é da panelinha, especialmente da Globo. Acusações de discriminação, por parte dele foram longínquas e genéricas, não como Fidel Castro, homofóbico, que obrigou gays a trabalho forçado, nos canaviais cubanos, para “virar macho”. Tentou endireitar o Brasil, racionalizar os gastos públicos, concluiu obras abandonadas. Mesmo  prejudicado pela Pandemia da COVID 19, conseguiu fazer mais, que outros países economicamente mais be

Última ceia

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Foto pertencente à revista Isto É Enquanto fazia o Pilates-on-line, na sala, fixava os olhos em um gobelin, com uma das milhões de reproduções, da Ultima Ceia de Leonardo da Vinci. Como a instrutora, do Pilates, sempre cobrava postura, prestei bastante atenção nas figuras dos apóstolos, ali representados, com rápida divagação: Teriam, os apóstolos, aquelas posturas tão bem equilibradas? Costas e ombros eretos? Pelo que se sabe da Bíblia e da História eles eram gente do povo, andavam por lugares desérticos, calor, ou frio intenso, andando a pé, livrando os rostos do vento e da areia, deveriam ter pose mais encolhida. E onde seria aquele salão onde a ceia ocorreu, com uma mesa comprida e toalha, provavelmente de linho, bem passada? Ao que consta, Cristo não tinha patrocinadores. Será que seria assim na época de Cristo? Ou na época de Leonardo? Leonardo vivia na corte, no início da chamada idade Moderna, época dos descobrimentos. Os grandes artistas moravam nos palácios e eram mantido

Voltou a baderna

Já voltou a baderna, nem esperaram o novo governo começar. Lideres do Congresso condicionam a aprovação do texto da PEC de gastos acima do teto à aprovação de ministérios e vagas regionais. Já vimos esse filme várias vezes. O Brasil que alguns brasileiros gostam. Fraude a parte, houve brasileiros de bom nível cultural que votaram nesse Lula, já preso, por corrupção. Sofrem de distúrbio de esquerdismo. Além de autoridades como Fernando Henrique, o vice deles, Alckmin. Essas pessoas nem estão aí para o Brasil, desde que levem a melhor. A presidente de Honduras já está esperando aquele empréstimo a fundo perdido do BNDES, como Cuba, Venezuela e outros. Certamente o BNDES será reembolsado pelo Fundo Garantidor da Exportação, pago com nossos recursos. Um dos financiadores desse fundo é o Fundo de Amparo ao Trabalhador, que fica mais desamparado. Com o balanço positivo, os funcionários do BNDES terão seus bônus garantidos. Certamente engrossaram as fileiras lulistas. Claro que gastos, acim

Lula fora

Mesmo se eventualmente tivesse havido lisura nas eleições atuais, o que não houve, não quereríamos o Lula. Não queremos ladrão comprovado na nossa  presidência. Queremos intervenção cívico militar, de iniciativa civil, para impedir a posse e convocar novas eleições. Fazer o criminoso, pseudo vencedor, voltar para a cadeia, ou pelo menos ter os direitos políticos cassados, por muitos anos. Afastar do poder os ministros do STF e STE, que cometeram arbitrariedades nestas eleições, tornando-a moralmente inválida, liberando tudo para o candidato petista, inclusive fake news e proibindo o Presidente Bolsonaro de confrontar o adversário com as verdades inconvenientes, amplamente comprovadas. Estabelecer um governo provisório, convocar novas eleições, desta vez com urnas auditáveis. Ao presidente Bolsonaro, seria permitido que voltasse a se candidatar, normalmente. O PT poderia entrar com outro candidato, Eduardo Leite, por exemplo, que comprovou ter carisma e eleitorado. Como ele é

Fernando Henrique

No meio desse conluio, que optou por apoiar o candidato petista, desmascarado como ladrão do dinheiro público, o que nos deixa impressionados é um político como Fernando Henrique Cardoso, com nome feito para durar na História, com o bem sucedido Plano Real, apoiar uma coisa dessas. Plano Real, aliás arquitetado anonimamente pelo brilhante engenheiro capixaba Cláudio Abreu, meu colega na Politécnica da UFES. O risco Bolsonaro, para quem enxerga pelo outro lado, era insignificante. Algo negativo, se é que houve, porque positivo foi muito, principalmente acabar com a roubalheira generalizada. Mesmo vindo do Exército e validando o regime militar, como muitos brasileiros, ele não era tão “perigoso” assim, não chegou aos postos superiores das forças armadas. Aceitou apoio evangélico, porque precisava neutralizar, no Congresso, o voto esquerdista, sedento de dinheiro. Certamente mais negros e pobres, no inicio da pandemia acalmaram a fome podendo vender seus produtos, nas esquinas, o que não

Comunismo 3

O que chamamos livre iniciativa, que uns insistem em denominar capitalismo, não foi ideia de alguém, foi evolução natural. Como os animais, os humanos foram se acomodando livremente, os mais aptos dominando. Sempre, em todas as eras, vigorou a sobrevivência do mais forte. Nunca ideias, da cabeça de um tresloucado. O mais forte, nas lutas, dominou por certo tempo e depois, pode ter tido alguma imunidade prejudicada e ele e sua linhagem foram eliminados. Outro, mais fraco, sobressaiu, liderou por novo tempo e assim as coisas foram ocorrendo. Por necessidade, foram se organizando, foram surgindo lideranças. Alguns se tornaram nobres, lideraram povos inteiros, ou pequenas comunidades. Outros, lhes tomaram o mando e assim a Historia foi ocorrendo. Aí vêm os Karls Marx da vida, com seus estudos de desocupado, criando teorias, fundamentadas no nada, que outros tentaram implantar. Claro que não daria certo, esse tipo de teoria irá vigorar somente entre os preguiçosos e inapto