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Plano petista

O PT nunca teve um plano para o Brasil. Em nenhuma das épocas em que tentou a presidência e em todos os períodos em que, controvertidamente, a ocupou. Faz apenas distribuição de agrados pontuais para ganhar eleições, não plano com início meio e fim. seus planos não tem prazo, porque os que os que os criam, ou implantam, os Haddad, os Rui Costa, os Padilhas, da vida,   não têm a menor ideia do que estão fazendo. Bolsa família por tal prazo, cotas por tal prazo, até renovável se comprovado insuficiente, não empurrando de forma interminável. Gás? A família já recebe bolsa.  Não tinha um plano como Getúlio Vargas, como Juscelino, como o Regime Militar, como Fernando Henrique e porque não citar Bolsonaro? Fez muita coisa, concluiu obras inacabadas, instalou escolas que visavam realmente educar os jovens e se mais não fez foi porque foi pego em cheio pela pandemia, além de ter governado com um judiciário político esquerdista, que estorvava o máximo. Agora imaginemos a pandemia ...

Famílias encolhendo

As famílias estão encolhendo, no mundo desenvolvido e o Brasil segue o mesmo padrão. Pode haver diversas causas, automação principalmente, mas também temos que levar em conta valores culturais. Esses filmes de série americanos que impactam em  novelas e respingam na justiça. Em queixa de violência sexual de qualquer nível, dão valor unilateral à declaração da mulher, mesmo que exames constatem apenas ter havido uma relação comum. Uma das alegações pode ser que a mulher diz que não lembra, que tinha bebido, que disse que sim mas, na verdade, não queria, que foi para o rala e rola sem intenção de ir até o final. Que não disse claramente, mas deu a intenção que sim, ou que não. Se a mulher disse sim e se arrependeu, levam para o contexto de que ela estava fragilizada na hora. Namorados deveriam sair com bafômetro e gravar as intenções. Mas se isso fosse só para casais quaisquer, para namorados, tudo bem, mas vale também para a vida conjugal. Não pode ir até o fim, porque ela tom...

Mendigos e PIX

 Ninguém é mendigo por que quer. É porque não conseguiu forma de se arrumar na vida. Ainda dou esmolas, menos nas redondezas de onde moro. Não quero ninguém tocando na portaria dando minha descrição e querendo falar comigo. Inscrever em programa social não resolve a fome imediata, tem que ser moeda, trocado mesmo. Agora veio o PIX, quase não temos mais dinheiro vivo, trocados menos ainda, fazer como? Às mais das vezes o pouco que tenho está em outra bolsa. Ontem encontrei uma paçoca esquecida e dei para um pobre coitado. Pode-se deixar para lá, mas quem deve muito a Deus quer fazer alguma coisa, naquele momento.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Tracking). Com outros navegadores é Configurações, Privacidade e desmarcar o que estiver impedindo compartilhamento.  

Ponto de encontro

Esta não é opinião. Foi fato.   Estava vendo programa na TV, sobre cuidar de crianças em grandes eventos. Não descuidar, por broche com identificação, ensinar endereço, telefones, tudo o mais necessário à segurança e marcar locais de encontro, também para os adultos. Faço isso há uns cinquenta anos, mais ou menos, aprendi em uma Feira Capixaba dos Municípios, onde indicaram a barraca de Vitória, como ponto de encontros, para companheiros se encontrarem, para procurar criança perdida e também para levar criança encontrada perambulando. Sempre tive essa prática em eventos, usei muito no Rock’n Rio, onde levei sobrinhos adolescentes. Em Porto Alegre, na Expointer, grande feira agropecuária, onde fui com minha mãe, uma tia e um casal de primos, de chegada tomei a iniciativa de sugerir que marcássemos um local de encontro. A tia achou desnecessário. Éramos poucos, estávamos juntos, tínhamos todos era que prestar atenção. Continuei insistindo: mas pode acontecer... A tia: b...

Conflitos de educação

Deus, ou a natureza, para os que assim preferem fez homens e mulheres com atribuições diferentes. Coisa fácil de observar, mas difícil para as diversas culturas, que vêm se sucedendo através dos tempos. Ainda criança eu já questionava por que às mulheres eram vetados comportamentos, que nada tinha a ver com a sua natureza. O famoso da época, “ficar mal falada.” Mulher não pode isso, ou aquilo, senão vai ficar mal falada. Eram também vetados empregos, muitos esportes, porque diziam ser incompatíveis com a natureza feminina. A maioria dos empregos bem remunerados. O marido decidia sobre o local de moradia da família, adequado a seu emprego, mulher para trabalhar tinha que ter emprego compatível com essa situação. Eu entendia que quem deveria cuidar dos bebes era a mãe, nasciam dentro dela, mamavam nela e víamos que em todas as espécies animais a fêmea cuidava dos filhotes, o macho cuidava do habitat. Porem não se via uma cadela ser estigmatizada porque andava assim, ou assado, ou por ...