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A safadinha

Há tempos venho lendo posts no Instagram, Facebook, YouTube e X, sobre consequências sobre os homens e indiretamente sobre mulheres de leis anti misoginia e reflexos do mau uso da Lei Maria da Penha. Em geral vinham seguidos a links diversos, que me enviavam para posts de outras áreas. Como eu prestava atenção, parava para ler, às vezes até tocava na tela, para ler os comentários e aparecia coraçãozinho, sem ser intencional e tocava de novo para remover. Por toda essa atenção virei cliente e me enviavam muitos mais. Todos narrando a situação crítica que se abateu sobre os homens. Preocupo-me pelos sobrinhos, eu só tenho filha. A questão é que parece estarem exagerando, a lei, a mídia, todo mundo. Acho que até aquela dança to Al Pacino em Perfume de Mulher daria uma tornozeleira hoje. Resolvi refletir sobre o assunto. Isso um dia passa e chega a um equilíbrio. Sou idosa e há 50/60 anos se homem de meia idade, casado, se envolvia com menina de 13 anos, ela era “a safadinha”.   ...

Passar a limpo

O Brasil precisa urgente mudar de mentalidade, ser passado a limpo. Para começar, acabar com ativismos judiciais e assemelhados. Quem deve, paga, direitos registrados no papel. Mudar a Constituição, acabar com união estável. Quer direitos, case no cartório. Ninguém é bobo no Brasil. Desde o século retrasado, escravo já sabia se era, ou não, alforriado. Não era bobo há cinquenta anos, quando não havia internet, nem redes sociais. Uma mulher pobre, que passava fome, sabia que para ter direitos em uma relação teria que haver casamento. Um diário oficial dos anos sessenta era cheio de casamentos de operários, ou autônomos ( camelôs, por exemplo), com mulheres “ do lar”. Pobre, antigamente se casava. Até pobre da roça era casado. Hoje uma pessoa tem que viver provando que não quer união estável, quando deveria ser o oposto: exigir prova, melhor, casamento, de quem quer. Você compra um imóvel, vai ao cartório e faz escritura. Ou tem, no mínimo, um recibo de compra, discriminando o...

Ambulância

Ou caminhão da cerveja Em meus tempos como engenheira da Prefeitura de Vitoria, trabalhei muito com projetos e orçamentos. Muitas obras nas comunidades dos morros e em invasões.  Fazia o que dava, a ABNT era tão respeitada, como a Constituição Brasileira com o  Supremo atual. Os processos, em sua quase totalidade pediam a construção de uma meia pista, para chegar uma ambulância, quando uma mulher ” ia ganhar neném”. Fazia a visita do local, quase sempre na companhia do engenheiro Coordenador Regional, que querendo simplificar, logo descartava muros de contenção. “Aqui não precisa, é só uma ambulância, de vez em quando.” Fazia incluir a contenção, eu já conhecia a realidade. No dia da inauguração chegava o caminhão da cerveja. E não era caminhãozinho, em geral um trucado. Faziam manobra, vinte vezes para lá e para cá, logo no início e entravam de marcha-à-ré. Sempre fiquei impressionada com a capacidade de profissionais operarem esses veículos, como também daqueles que operam t...

Sou feminista

Cheguei a esta conclusão. Minha mãe embora não se reconhecesse como tal, foi feminista, indubitavelmente foi. Nunca lhe passou pela cabeça ensinar às filhas como conseguir bons maridos, ficou a critério próprio de cada uma. Nunca focou nisso, criou filhas para a universidade e independência financeira, que ela acabou não fazendo para si, porque casou no instante em que poderia começar uma carreira. Tenho recebido podcasts atrelados a vídeos, que acabo prestando atenção e onde muitos deles abordam, o que chamam de desconstrução da masculinidade. Também considero isso preocupante, para a humanidade como um todo. Sempre reconheci a grande capacidade do cérebro masculino para grandes trabalhos descobertas e invenções e o homem como motor do mundo. No passado, tudo visava a dignidade e o bem estar do homem, a da mulher era subproduto. Há pouco mais de um século, talvez até menos, um pai obrigava o estuprador a se casar com a filha dele, abolindo a prisão. Não se importava se estaria bem...

Moraes condenado

Não vejo a hora do Flávio ser eleito presidente e o novo Congresso tomar posse. Muita expectativa de acabar essa invasão petista, que nos tomou um quarto do novo século. E, principalmente, condenar Moraes à prisão, além de prender os responsáveis pelo quebra-quebra de 8 de janeiro de 2023.. O Moraes deveria ser cassado e perder todos os direitos do cargo. Não pelo que ele fez ao meu querido presidente Bolsonaro, ele é político e sabe no que se mete. Pena máxima pela condenação dos manifestantes, que foram envolvidos em farsa montada pelo PT, com destruição de patrimônio público e estão na cadeia longe dos filhos. Aliás, deveriam dar pena de morte para ele. Ah, a Constituição não permite pena de morte! Nada que um ativismozinho judiciário, tão ao gosto dele não resolva. Pena de morte para ministros do Supremo, por abuso do poder. Investigação profunda em imagens que sobraram da invasão montada em 8 de janeiro de 2023. Identificar participantes e oferecer acordos de denúncia. Em 2023 est...