Jamais esquecido
Mulheres lésbicas há sete anos castraram e mataram, com requintes de crueldade, o menino Ruan de nove anos de idade. Foram julgadas, consideradas culpadas e submetidas a sofrimento infinitamente menor, do que o que provocaram na criança. Merecem repulsa total de todos. Não deveriam ter regalia alguma, nada de visita, nada de saída, nem para ir para uma UTI, que morram na cela sofrendo. Qualquer dia a menos na prisão deveria ser considerado cumplicidade, elas mutilaram e mataram o infeliz Ruan em 2019. Mereciam sofrer tormentos diários, não apenas mentais, mas físicos. Mereciam estar vivendo um inferno real em vida. Na época a mídia abafou muito, para não prejudicar a imagem do movimento LGBT. Dane-se o movimento, a criança merecia ter sido condoída por todos. Deveria ter sido propagado e cobrado também na imprensa internacional. Repetindo, dane-se o movimento. O sofrimento e morte da criança deveria ter sido prioritário e estar sendo lembrado rotineiramente, até hoje. As bruxas de...