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Ponto de encontro

Esta não é opinião. Foi fato.   Estava vendo programa na TV, sobre cuidar de crianças em grandes eventos. Não descuidar, por broche com identificação, ensinar endereço, telefones, tudo o mais necessário à segurança e marcar locais de encontro, também para os adultos. Faço isso há uns cinquenta anos, mais ou menos, aprendi em uma Feira Capixaba dos Municípios, onde indicaram a barraca de Vitória, como ponto de encontros, para companheiros se encontrarem, para procurar criança perdida e também para levar criança encontrada perambulando. Sempre tive essa prática em eventos, usei muito no Rock’n Rio, onde levei sobrinhos adolescentes. Em Porto Alegre, na Expointer, grande feira agropecuária, onde fui com minha mãe, uma tia e um casal de primos, de chegada tomei a iniciativa de sugerir que marcássemos um local de encontro. A tia achou desnecessário. Éramos poucos, estávamos juntos, tínhamos todos era que prestar atenção. Continuei insistindo: mas pode acontecer... A tia: b...

Conflitos de educação

Deus, ou a natureza, para os que assim preferem fez homens e mulheres com atribuições diferentes. Coisa fácil de observar, mas difícil para as diversas culturas, que vêm se sucedendo através dos tempos. Ainda criança eu já questionava por que às mulheres eram vetados comportamentos, que nada tinha a ver com a sua natureza. O famoso da época, “ficar mal falada.” Mulher não pode isso, ou aquilo, senão vai ficar mal falada. Eram também vetados empregos, muitos esportes, porque diziam ser incompatíveis com a natureza feminina. A maioria dos empregos bem remunerados. O marido decidia sobre o local de moradia da família, adequado a seu emprego, mulher para trabalhar tinha que ter emprego compatível com essa situação. Eu entendia que quem deveria cuidar dos bebes era a mãe, nasciam dentro dela, mamavam nela e víamos que em todas as espécies animais a fêmea cuidava dos filhotes, o macho cuidava do habitat. Porem não se via uma cadela ser estigmatizada porque andava assim, ou assado, ou por ...

Impedimento

CPIs não adiantam, enquanto houver ascendência de um poder, sobre outro, como ocorre no Brasil, onde o Supremo julga processos de senadores, que são quem pode julgar um eventual impedimento (impeachment) de membro desse tribunal. O Supremo reina soberano. O caso de 8 de janeiro, foi significante. Fazer prender manifestantes ordeiros atraídos para emboscada, onde bandidos contratados vestidos de forma assemelhada aos próprios manifestantes, faziam quebra-quebra de patrimônio publico. mesmo sem haver qualquer lógica , ou prova clara, acabaram acusados como autores, julgados sem amplo direito de defesa e condenados a altas penas sumarias. Só por esse motivo, as autoridades do STF que criaram e endossaram a situação, deveriam ser impedidas, destituídas e seus crimes, de uso indevido dos direitos constitucionais, serem imprescritíveis. Não foram, porque o Supremo tem os senadores nas mãos. Deveria ser feita lei imediata. Ministro do Supremo não poder julgar processo de ...

Aplicação de medicamento

Notícia recente: técnico aplicou desinfetante 10 vezes em paciente de hospital, diz polícia* Há alguns anos houve um caso que foi considerado erro médico, onde uma médica aplicou uma injeção, que veio preparada do posto de enfermagem, em uma criança com câncer, que veio a falecer por causa do medicamento. Foi aplicado medicamento errado, destinado a outro paciente. Tudo isso é coisa muito séria, não podemos correr riscos por, aparentemente, ser coisa rara, pelo menos que tenha sido descoberta. Os procedimentos deveriam mudar. Não deveriam mais serem os medicamentos preparados em um posto, etiquetados e aplicados no paciente, erros ocorrem e erros difíceis, ou impossíveis de serem revertidos. Deveriam ser preparados no quarto do paciente. O funcionário levaria um carrinho com tudo o que fosse necessário para o processo, tendo na parte de baixo recipiente para descartes. No quarto deveria ser obrigado a mostrar o remédio para o paciente, ou acompanhante responsável, antes de aplicar. ...

Diferenças culturais

Minha mãe era do Rio Grande do Sul, de Quaraí, lá na fronteira com o Uruguai. Quando casou e veio para cá, notou as diferenças culturais. Uma delas é que as pessoas aqui não cobravam, umas das outras. Lá cobravam normalmente. Se um vizinho estava indo ao armazém, outro pedia: Tu podes me trazer um pacote da erva tal? Trazia e ao chegar, o outro perguntava quanto foi: Tantos mil réis. O vizinho pagava e pronto. Se precisasse de novo era atendido. Aqui, primeiro em Cachoeiro, depois Campos e depois em Vila Velha, não cobravam. A pessoa ficava sem graça de cobrar. Às vezes minha mãe estava sem empregada, sem ter quem olhasse as crianças e não usava o mesmo artifício, porque em ocasião anterior, a vizinha não quis que ela pagasse. Eu assumi a cultura que herdei. Cobro.    Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sit...