Conflitos de educação
Deus, ou a natureza, para os que assim preferem fez homens e mulheres com atribuições diferentes. Coisa fácil de observar, mas difícil para as diversas culturas, que vêm se sucedendo através dos tempos.
Ainda criança eu já questionava por que às mulheres eram vetados comportamentos, que nada tinha a ver com a sua natureza. O famoso da época, “ficar mal falada.” Mulher não pode isso, ou aquilo, senão vai ficar mal falada. Eram também vetados empregos, muitos esportes, porque diziam ser incompatíveis com a natureza feminina. A maioria dos empregos bem remunerados. O marido decidia sobre o local de moradia da família, adequado a seu emprego, mulher para trabalhar tinha que ter emprego compatível com essa situação.
Eu entendia que quem deveria cuidar dos bebes era a mãe, nasciam dentro dela, mamavam nela e víamos que em todas as espécies animais a fêmea cuidava dos filhotes, o macho cuidava do habitat. Porem não se via uma cadela ser estigmatizada porque andava assim, ou assado, ou por passar em locais indevidos. Nem era questão de segurança, onde a mulher correria maiores riscos. Era patrulhamento mesmo. Tinha muitas discussões em casa, por essa causa.
O tempo foi passando e ainda dentro do meu período de vida estou vendo situação oposta. As mulheres e os homens têm que ser tratados de forma exatamente iguais, mesmo não sendo.
Nesses videozinhos, do X, do Instagram e outros, que pipocam co celular volta e meia mostram excertos de jornais, com matéria sobre patrulhamento estatal por admissão desigual de homens e mulheres até para o corpo de bombeiros. Não se pode fazer distinção por sexo, gênero como dizem atualmente, nem para cuidadora de criança em creches.
Os casais fazem concursos para localidades separadas, fazem viagens e as crianças ficam com cuidadores, ou avós.
Não é comparar com a antiguidade, ou idade média. É tudo dentro do período de vida de uma pessoa. Conflito entre o atual e o que aprendeu com seus pais, professores e formadores de opinião. O certo virou errado e vice versa.
Ainda criança eu já questionava por que às mulheres eram vetados comportamentos, que nada tinha a ver com a sua natureza. O famoso da época, “ficar mal falada.” Mulher não pode isso, ou aquilo, senão vai ficar mal falada. Eram também vetados empregos, muitos esportes, porque diziam ser incompatíveis com a natureza feminina. A maioria dos empregos bem remunerados. O marido decidia sobre o local de moradia da família, adequado a seu emprego, mulher para trabalhar tinha que ter emprego compatível com essa situação.
Eu entendia que quem deveria cuidar dos bebes era a mãe, nasciam dentro dela, mamavam nela e víamos que em todas as espécies animais a fêmea cuidava dos filhotes, o macho cuidava do habitat. Porem não se via uma cadela ser estigmatizada porque andava assim, ou assado, ou por passar em locais indevidos. Nem era questão de segurança, onde a mulher correria maiores riscos. Era patrulhamento mesmo. Tinha muitas discussões em casa, por essa causa.
O tempo foi passando e ainda dentro do meu período de vida estou vendo situação oposta. As mulheres e os homens têm que ser tratados de forma exatamente iguais, mesmo não sendo.
Nesses videozinhos, do X, do Instagram e outros, que pipocam co celular volta e meia mostram excertos de jornais, com matéria sobre patrulhamento estatal por admissão desigual de homens e mulheres até para o corpo de bombeiros. Não se pode fazer distinção por sexo, gênero como dizem atualmente, nem para cuidadora de criança em creches.
Os casais fazem concursos para localidades separadas, fazem viagens e as crianças ficam com cuidadores, ou avós.
Não é comparar com a antiguidade, ou idade média. É tudo dentro do período de vida de uma pessoa. Conflito entre o atual e o que aprendeu com seus pais, professores e formadores de opinião. O certo virou errado e vice versa.
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