Segundo turno
Um pouco difícil para o Bolsonaro. O que ele pode distribuir, para fazer alianças? Distribuir alguns cargos para proporcionar, ou restaurar, a visibilidade a políticos? Oportunidade de, no futuro, se valerem do prestígio da coligação feita? Oportunidade de se juntarem a um governo, que fará uma administração séria e se beneficiar do prestígio? A questão é essa, aceitariam? Muito difícil. Já para o candidato esquerdista não há limites. Pode fazer acordo de bilhões. Seus parceiros, nacionais e internacionais, pagam. Aqueles para quem ele já declarou, que abre mão da soberania da Amazônia. Aqueles que querem sobretaxar o agro brasileiro, em benefício de favores políticos locais. Os que estão de olho, em nossos recursos minerais. Os que estão interessados em enriquecimento pessoal. É uma luta muito desigual. E os tribunais já deixaram claro, de que lado estão. Além de urnas não auditáveis, etc. Nós bolsonaristas, que queremos nosso país nos trilhos, teremos que trabalhar, muitas vezes mais...