Família plural, não!
O
mundo imposto pelos modernos formadores de opinião é o mundo plural.
Muitos pais, muitas mães, irmãos de toda graduação de parentesco. Será
isso realmente o melhor? O melhor, não para aquela mulher centro das
atenções, mas para as crianças? Será que estas não gostariam de
conviver, diariamente, com pai e mãe?
A criança tem que ter
estabilidade, especialmente de moradia. Grupo de amigos, irmãos, mesmo
não biológicos, vizinhança. Aquela visita quinzenal ao pai, que já chega
desgastado por ter que ir à casa da ex, buscar um filho que está mais
interessado nas brincadeiras das crianças do condomínio, do que ficar na
casa do pai, cada vez mais estranho, certamente não é o melhor para
ela.
União é coisa difícil, deveria ser bem pensada, antes. E os
costumes repensados, divórcio deveria ser a exceção. Primeiro, quem
pede o divórcio, fora casos sérios de infidelidade, mau-caratismo, ou
violência doméstica, comprovados, deveria perder a guarda dos filhos, a
não ser que houvesse acordo.
E o rol de violência doméstica deveria
ser aumentado. Comportamento manipulador e histeria deveriam também
ser considerados violência. Acabou aquele conceito de homem ser mais
forte, que vigorou até o século XX, agora é tudo igual. Homem também é
vítima de violência psicológica.
Família tem que ser um conjunto.
Pode o filho não ser biológico, mas tem que ter referência fixa. É filho
daquele pai e daquela mãe que estão ali e não pai, que vem pegar em
fins de semana, onde cada um segue com pai diferente.
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