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Combate ao crime

Combate à criminalidade no Rio culminou em 121 mortos. Estarreceu o mundo. Infelizmente foi a única forma de tentar, no estado de coisas a que deixaram chegar. Falam em desigualdade social, mas hoje há cotas, bolsa família, bolsa gás, conta de luz gratuita, para pessoa de baixa renda. As pessoas que busquem o caminho do bem. Acabar com soltura em audiências de custódia de bandidos que representam risco para a sociedade. O preso sai e volta direto para a gangue, que está à sua espera. Quem aponta uma arma, ou simulacro de arma e toma os bens de uma pessoa representa risco. O mesmo quem negocia com drogas. Deveria esperar preso pelo julgamento. Acabar também com as tais saidinhas. Mudar as leis e a própria Constituição, na medida do necessário. Estender,  quando pertinente, às demais modalidades de crime. A cadeia pouco regenera, mas as gangues aqui fora, menos ainda. O bandido solto volta para a gangue e vai cooptar crianças, da própria comunidade, para o crime. Primeiro aviãozinho,...

É brincadeira!

Fiquei algum tempo sem atualizar o sistema do meu smartphone por falta do espaço necessário. Ele é de pouca capacidade. O aplicativo que ocupa mais espaço é o WhatsApp, com conversas que não quero apagar, algumas até por motivos sentimentais. Resolvi apagando muita mídia, principalmente revistas que enviavam para mim e eu repassava. Pior, quando eles atualizam não se conformam com mudanças para tornar o equipamento mais seguro, com novas capacidades, ou mais ágil. Fazem mudanças por mudar. Totalmente desnecessárias, parece apenas diversão do programador. No navegador Safari mudaram coisas bobas, porém complicadas, principalmente para pessoas idosas, como eu. Deixaram de anunciar a proximidade de eventos, no calendário e sumiram com o endereço, o histórico e a apresentação de novas abas no pé da página, clicava em todo cantinho e nada.  Recorri ao Google e encontrei sugestão: Mudar as preferências nas configurações. Mudei e ficou tudo de novo, como eu estava acostumada. Agora perg...

Mortes

Quando um político chamado Leonel Brizola iniciou seu governo, lá em 1982, junto com seu secretario de segurança, Nilo Batista impediu que a polícia combatesse crimes nas favelas, reduto de seus patrocinadores, os banqueiros de jogo do bicho. Em menos de um mês esses bicheiros estabelecidos com tranquilidade começaram a abrigar narcotraficantes. Junto surgiram os milicianos, de início do bem. Pais de família querendo impedir que traficantes levasse suas crianças para o crime e que namorassem suas filhas. Com o tempo e o poder do trafico aumentando foi ficando difícil e esses pais de família entregaram o serviço para policiais aposentados e alguns expulsos da corporação. Estes, com treinamento, tinham mais condições de enfrentar. Porém acabaram se impondo nas comunidades com chantagem, ameaçando os moradores que não queriam contribuir. Passaram também a explorar venda irregular de gás, TV a cabo pirata e serviço de vans, quando ainda não havia o Uber. Por muito tempo eram antagonista...

Culpa do STF

Andam chamando a operação policial do Rio de Janeiro, como massacre. Quem olha à primeira vista pensa ter sido mesmo. Mas temos que analisar a situação. O crime organizado já há bastante tempo está tomando conta do Brasil, a partir do Rio. Se quisermos mudar essa situação não há outra forma. O ideal é que nessas operações houvesse zero morte em todos os lados, mas havendo, o ideal seria que 100% fosse do lado da bandidagem, infelizmente houve mortes e feridos graves entre os policiais. A bandidagem é iniciada ao sair das fraldas. São aquelas crianças tomadas como aviõezinhos pelos bandidões, soltos em audiências de custódia, ou na grande quantidade de saidinhas, onde nem precisam se reorganizar. O bando está lá fora à espera. Lembrem que há poucos anos, alegando a pandemia o STF impediu que se cumprissem mandados nas comunidades. Quantas crianças foram arrebanhadas em consequência disso, garantindo virem a ser, os chefões de 2030/2040 e certamente serão. Na pandemia os soldados foram t...

Bodas de Megabytes

Minha filha foi sempre foi muito chegada ao mundo virtual. Usa bem a internet desde os seis anos, na época acessando a turma da Monica. Passou por todas as fases de redes sociais. Usou desde o IRC, ICQ, MSN, Facebook e essas outras que continuam muito usadas. De muito tempo para cá muita conversa pelas redes, sempre em inglês. Desde que fez intercambio nos EUA fala inglês muito bem. Notei que era no mesmo horário, coisa bem combinada. Ate que há dois anos me surpreendeu com um encontro em Nova York. Disse que era pessoa com quem se relacionava há muito tempo. Ano passado novo encontro na casa dele quando, em uma live comigo, ela foi pedida em casamento. Tenho confiança total no discernimento dela. Se achou que era a pessoa certa é porque é. Casaram em setembro deste ano, já têm um mês e pouco de casados. Ontem ela me disse que dia 25 deste mês, outubro, faziam dez anos que se conheciam online. Já havia me confidenciado que a pandemia atrapalhou os planos, de se conhecerem pessoalmente ...

Interlocução

As coisas mudam e muitos não gostam, ou têm dificuldade de se deslocar para o novo modelo que surge. Hoje há os que respondem as mensagens de WhatsApp com telefonemas. No século passado deve ter havido os que respondiam um telefonema mandando um “próprio” levar um bilhete, com a resposta, à casa do interlocutor. Certamente havia mesmo. Minha mãe ainda se lembrava de que quando criança era comum mandarem bilhetes às casas dos conhecidos. Na casa dos meus avós havia telefone, que servia à residência e à loja do meu avô. Gente que também tinha telefone mandava bilhete. Eram telefones não automáticos, via telefonista. Assim caminha a humanidade...   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Tracking). Com outros navegadores é Configurações, Privacidade e desmarcar o que estiver impedindo compartilha...

Cheiros

Ando recebendo diversas mensagens por intermédio desses cookies, que há muito já me identificaram como idosa em fase não inicial, muitas vezes alertando sobre perda do olfato, como início das perdas das faculdades cognitivas. Pesquisei e encontrei fundamento. Resolvi fazer um auto teste, que me apavorou. Estava sentindo poucos odores. Punha roupas para lavar por disciplina, por já estarem usadas. Percebi que, meio como autoproteção, tinha criado habito de prender a respiração ao lidar com banheiros, com lixo, com a caixinha da gata e odores desagradáveis em geral. Tinha virado natural, em mim, uma vida com poucos odores. Ainda sentia o de perfumes, ou das comidas saborosas do apartamento vizinho, além da tinta automotiva, com que pintaram os elevadores do prédio e que me traziam enxaqueca. Pensei, não vou me entregar. Vou lutar enquanto puder. Passei a buscar sentir cheiro de tudo. Cheiro minhas mãos várias vezes, meus pentes, minhas roupas. Não prendo mais a respiração ao lidar co...