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História do negro

A história do negro, nas escola brasileira é resumida ao período da escravidão e pós escravidão, no Brasil. Deixam de abordar a origem na África. Esquecem reis e guerreiros africanos, o jovem gosta de ídolos. Se não conseguem na História de lá, podem conseguir nas entrelinhas das narrativas do colonizador europeu. O rei aliado e traidor pode e deve ter sido um salvador de seu povo. Lembremos que Solano Lopes é vilão no Brasil, mas herói no Paraguai. Tem Zumbi. Consta que Zumbi era homossexual*. Bem, um povo tem que ter galgado todos os degraus da autoestima para aceitar um homossexual como modelo, o que não e o caso do negro brasileiro, já tão discriminado. A História  antiga da parte mais clara da população não se resume ao período colonial onde tinha que se submeter ao colonizador e pagar impostos escorchantes. Aprende-se sobre a glória dos gregos, dos romanos, a escola de Coimbra, os grandes navegadores, etc. Como elevar o moral da população negra, com essa História toda...

Assim funciona

O motorista de automóvel é gente comum, com todos os defeitos e idiossincrasias do ser humano. Mas consegue dirigir na faixa, parar em sinais, a quase totalidade respeita faixa de pedestres. Na ponte a maioria respeita a faixa exclusiva e também os limites de velocidade. Como a sociedade conseguiu que isso acontecesse? Penalidades. Multa. E principal, forçar o pagamento. É assim que funciona.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Tracking). Com Site outros navegadores é Configurações, Privacidade e desmarcar o que estiver impedindo compartilhamento.     

Fake news infantil

Menina de 8 anos morre no DF após inalar desodorante, em desafio pela internet. Não adianta simplesmente proibir o celular, ele veio para ficar. É o meio de informação da atualidade, não se vai mais à enciclopédia, vai-se a um buscador, como o Google, ou inteligência artificial, como Meta. O mundo tem que se adaptar. As escolas, mais do que nunca deveriam tratar o assunto com as crianças. Especialmente aquelas que não têm suporte familiar e têm um próprio, ou  acesso ao celular da mãe, quando ela está em outra tarefa. Não adianta aconselhar que não devem deixar o celular ao alcance das crianças. A política pública tem que ser dirigida também àqueles que fogem as regras, criança mais do que nunca. Mostrar, principalmente, o que é fake news, ou brincadeira perigosa, na rede social. Crianças são criativas, gostam de experiências. Com certeza estão trocando informações sobre joguinhos de azar, fórmulas milagrosas para emagrecer, ou de produtos para cabelo. Cabe à escola mostrar como ...