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Se dar bem

Não adianta! Existe um grupo esquerdista, o ocupante da presidência do Brasil e sua camarilha, que está acima de tudo. Não adianta brigar com eles. Não têm limites, gastam até o último centavo arrecadado. Sabem  que o povo brasileiro acaba aceitando. Reclama, mas aceita. Desiste do noticiário, fica mesmo é com programas de variedades e futebol. Tudo se acomoda. Quem ainda faz alguma coisa são esses políticos, de quem falamos tanto mal. Esses pelo menos levam vantagem, para continuarem aceitando. Tem hora em que tenho até admiração, por essa gente. Eles estão errados, mas vão em frente. Cada um individualmente, querendo se dar bem *. Para o lado do mal, mas vão em frente. * O blog usa linguagem coloquial.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safari, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Site Tracking). Com outros navegadores é C...

Assédio telefônico 2

Não dá para tolerar o assédio telefônico a que somos submetidos a todo instante. Os recursos oferecidos pelo poder público, para livrar o cidadão desse incômodo, já não funcionam mais. Os importunadores se apropriam de sequência de milhares de números e cada chamada chega por um diferente, ainda não bloqueado. Tomei uma atitude, que deixo como sugestão: Identifiquei todos os meus contatos e só atendo telefonema identificado. Quando marco consulta médica, exames, qualquer atendimento profissional, quando deixo um aparelho na assistência técnica, ou qualquer outra ação que possa suscitar contato de retorno, pergunto números que são utilizados nesses retornos, seja para confirmação, orçamento, ou informar serviço pronto. Acrescento esses números ao do prestador dos serviços. Hoje atendo, exclusivamente, telefonemas identificados. Algumas pessoas estão em situação em que precisam atender a qualquer um, precisam atender clientes novos, indicados por conhecidos. Estes estão fora da estratég...

Sociolinguística

Vendo os estudos da minha filha, visando graduação em letras, noto que falam muito em uma tal sociolinguística, que seria o estudo das práticas linguísticas e como estas são determinadas pelas relações sociais, culturais e econômicas, existentes em uma comunidade. Consideram de fundamental importância validar a forma que o aluno fala, abolindo o conceito do certo e errado. Concordo apenas em parte. Pode ser importante em alfabetização, ou instrução de adultos. O adulto é preparado para se virar dentro do seu campo de interesse e conhecimento básico e sente-se desconfortável em situação incomum. Mas a criança é diferente, o cérebro da criança é aberto a conhecer coisas novas, Tomo a mim própria, como exemplo. Quando criança, gostava de leituras que me prendessem a atenção, de preferência onde houvesse algum mistério, ou que fosse coisa bem avançada. Gostava de conhecer, por leitura, outras partes do mundo, ou ler sobre as invenções e o funcionamento das coisas. Não me intere...

Obesidade e mercado

Matéria, de hoje,  no jornal A Tribuna, do ES: 70% dos usuários de postos de saúde têm sobrepeso. Vejo que é preocupação dos governos em todas as esferas, mas não noto discutirem o que leva a essa situação. Falam muito em ansiedade, falta de atividade física e perda de autoestima. Esta última está mais para consequência, do que causa. Vê-se muita abordagem no sentido de medicamentos, para tratar a obesidade, mais do que discutirem a causa. E há um motivo: ela está no mercado, briga difícil. Lutei com a balança desde a adolescência, quando já comprava doces por conta própria e quando começaram a chegar os tais realçadores de sabor. Quando era criança e queria uma cocada, por exemplo, minha mãe dizia que só depois do almoço. Saciado com o almoço, ninguém se empanturra de doces. É unzinho, no máximo dois. Quando decidi me reeducar e parar com esses hábitos, venho mantendo peso adequado e estável há mais de vinte anos. Tive ajuda médica, no início, que receitou moderador de apetite e r...

Poder Judiciário

Temos um poder, aqui dentro do Brasil, que escapa inteiramente ao controle  Precisamos de emenda constitucional que tipifique de forma mais detalhada a função e independência dos três poderes. Há um desequilíbrio nessa balança e uma civilização não pode florescer em desequilíbrio. Em primeiríssimo lugar, acabar com o excesso de direitos,  férias, folgas e recessos, do Judiciário. Adotar os mesmos padrões do funcionário público comum. Uma fatia polpuda dos nossos impostos é desviada para remunerar, regiamente, um poder que não retorna à altura os gastos, que impõem à população. Temos o direito humano de ter nossas causas julgadas. Se buscarmos exemplo no direito de qualquer povo, que viveu com dignidade vemos que não pode ficar ao Deus dará, subjugado por forças, que se dão ares alienígenas. Os poderes Legislativos e Executivo estão sujeitos ao Supremo Tribunal que se dá o direito até de criar lei. É mais que hora, de se por freio a isso. O Executivo e Legislativo passam...

Olimpíadas 2

Até que ponto olimpíadas é coisa do bem? Esporte é bom, faz bem a saúde, competição também. Desenvolve o espírito de perseverança, de melhorar aquilo que faz bem. Alegra os que assistem e é estimulo para o jovem. Aquele que se acha um ninguém, pode sonhar em ser um campeão. Só que, há muitas décadas, o esporte deixou esse lado do bem. Primeiro, com os países comunistas querendo divulgar a ideia de que o Estado mandando era tudo de bom, lembram de Cuba, em Olimpíadas e Pan Americanos? Aliás, quem começou deve ter sido Hitler, querendo comprovar uma supremacia da raça ariana, que defendia. Foi com o comunismo que o esporte olímpico deixou de ser amador. Ficava difícil para o atleta, que treinava nas horas vagas, disputar com aquele bancado integralmente pelo Estado. O esporte virou cada vez mais desafio de marcas, os desportistas, em alguns casos virando algo como monstros. Estava passando agora, na TV, levantamento de peso feminino. Uma atleta se retorcendo para tentar levantar 105 kg....