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Eleição fraudada

Toda transação, para ser valida, precisa de uma comprovação. A época do fio de barba, ou palavra de ministro já ficou para trás, há muito tempo. Não basta minha palavra, sendo eu pessoa de palavra tão válida, quanto as dos ministros do TSE. Não basta que afirme que paguei. Nós brasileiros somos iguais, pela Constituição, muito enxovalhada, mas ainda em vigor. Porque até hoje, em 2024, temos que ter comprovante de pagamento de impostos, luz, gás, condomínio, comprovante de pagamento dos empregados e de seus direitos sociais? Essas obrigações foram pagas, temos certeza de que foram, mas temos que ter o comprovante quando solicitados. recibo, ou o comprovante do depósito bancário. Antes as eleições já eram assim, sem comprovante analógico. Mas a questão não tinha sido levantada. Foi levantada a dúvida, a comprovação teria que ser imediatamente instituída. O pagamento da empregada, também, era dinheiro na mão e pronto. Hoje, patrão que não mostrar o recibo é considerado, para efeitos...

Unimed 2

A Unimed Vitoria está deixando enormemente a desejar, em todos os sentidos. Os bons profissionais estão saindo dos seus quadros. Fui procurar médico do sono, orientação do cardiologista, nada conseguindo no website, nem no aplicativo. Fui à loja e a funcionária não sabia o que era medico do sono, ou qual médico clínico credenciado exercia, também, essa parte da medicina. Também não havia alguém, em nível superior a quem ela pudesse recorrer. Ela disse, então, que iria imprimir, para mim, a lista de clínicos, para eu mesma perguntar. Imprimiu otorrinolaringologia. Tentei novamente em casa. Pesquisa pelo aplicativo, tem as opções de busca: pelo CPF, ou pelo número do cartão. Quando entramos pelo CPF vem página em branco. Aliás, tinha relatado isso na loja e a funcionária disse que só funciona com o número do cartão. Então, porque mostrar CPF, ou número do cartão? A palavra “OU” significa que qualquer um dos dados, individualmente, deveria funcionar. A Unimed Vitória está mal de webmaster...

Jacaré

Hoje não é opinião. São reminiscências. Quando criança, tínhamos muitos bichos em casa. Um viveiro enorme, de passarinhos, além de alguns em gaiola, cachorros, gatos, pombos, um papagaio, que não parava de falar, em bom português, galinhas, patos, um casal de pavões, ainda filhotes, mais algum bicho,  que não chamava muita atenção e um jacaré. Todos em seus espaços. A casa, que pertencia ao Exército, meu pai era oficial médico, tinha um terreno compridão, dividido em pátios. As crianças só tinham autorização de usar o primeiro, que era onde estava o viveiro, varais de roupas, acho que alguma árvore, não lembro bem. No seguinte, com muitas arvores, mangueira, amoreira, cajá, acho que ingá, ficavam galinhas, pelo que lembro. No próximo, mais arvores, incluindo um jenipapeiro e em um grande poço, o jacaré. Não poderíamos sequer chegar perto para ver, a não ser no colo do pai. No último, horta e um alagado onde ficavam patos. Durante muitos anos, esse jacaré esteve escondido em algum c...

Mais feminicídio

O recente assassinato de enfermeira grávida revoltou a todos e as autoridades, como sempre, alertam sobre as graves consequências da cultura do machismo, que persiste no país. Nota-se, porém,  que ela  não persiste culturalmente, é inerente a alguns indivíduos. E não é  com educação que se resolve, não é desta área. Mesmo leiga, como idosa, tendo vivido varias fases, desta nossa sociedade, entendo que existe o machismo social e o inerente. O social é aquele, não necessariamente imposto pelos homens, muitas vezes  é pelas próprias mães das jovens. Mulher se comporta desta, ou daquela forma. Isso tem mudado continuamente através dos tempos e pouco sobrou, a tendência parece ser acabar, inteiramente. Homens aceitam hoje, de suas companheiras, o que seus avós, ou bisavós não aceitavam. Alias, não o homem, exatamente, a sociedade e ele apenas segue os costumes Agora existe aquele machismo inerente a algumas criaturas, que chega a ser patológico. O portador dificilment...