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Maldade

O título era para ser decapitar, faltou coragem. Para quem não teme o crescimento do islamismo, temos que lembrar que o Irã * de há 50 anos levava uma vida que nós brasileiros poderíamos considerar normal. Havia desigualdades, corrupção, favoritismos, isso não deixou de ocorrer, mas não havia a tal Sharia aplicada, na forma que é hoje. Mulheres podiam sair às ruas, quando quisessem, estudar onde quisessem, casar com quem escolhessem. E não acobertavam esses grupos terroristas radicais. Terroristas islâmicos derrubaram o Trade Center e continuam agindo. Nos Estados Unidos, não se pode falar mal, para não ser acusado de xenófobo. Jornais esquerdistas sempre defendem a banda podre do mundo. Tentam dizer, que não foi a mando das lideranças do Hamas, a decapitação de crianças, nesse ataque terrorista, em Israel. Por que não impediram, então? Quem fez, ou tolerou isso, merece ser exterminado. Tem que haver um marco, mundialmente inaceitável. Decapitar crianças, não! Merecem a pena de mor...

Sharia

A guerra avançando, hoje são brasileiros resgatados, no Oriente Médio. Amanhã teremos gente, de lá, batendo às nossas portas, em busca de asilo. É hora de providenciarmos lei de imigração mais severa. Imigrante deveria ser obrigado, por si e filhos menores, a respeitar e seguir nossas leis, aceitar nossa cultura, que engloba as tradições judaico-cristã, afro brasileira, trazidas pelos nossos antepassados e dos povos nativos; além do ateísmo. Aceitar, especialmente, no tocante a questões de gênero e trato com animais. Os filhos estudarem em escolas brasileiras. Para quem não teme o crescimento do islamismo, temos que lembrar que o Irã, de há 50 anos*, levava uma vida, que nós brasileiros poderíamos considerar satisfatória. Havia desigualdades, corrupção, favoritismos, isso não deixou de ocorrer, mas não havia o comando da Sharia, aplicada na forma que é hoje. Mulheres podiam vestir-se, como quisessem, sair às ruas, quando quisessem, estudar onde quisessem, casar com quem escolhessem. Nã...

Bandeira falsa 2

O bombardeio do hospital em Gaza, qual o interesse de Israel que, por razões diversas, está agindo da forma mais cautelosa possível? Historicamente, as pessoas tendem a se posicionar contra os mais bem sucedidos. Os israelenses teriam cuidado, até se fossem bombardear um acampamento do próprio Hamas, plenamente identificado, já que estes são capazes de tudo, inclusive usar crianças, como escudos humanos. Claro que o bombardeio do hospital é culpa dos radicais islâmicos e proposital. Explodir o hospital, para desestimular países dispostos a apoiar Israel. Aqui no Brasil há convicção de que o ataque de 8 de janeiro, nos palácios dos três poderes foi coisa de dentro, para acabar com os protestos generalizados e acampamentos, em Brasília, dificultando entrada e saída, das autoridades, recém empossadas. Claro que pode, um, ou outro manifestante, ter-se deixado empolgar e libertado um espírito destruidor, mas, certamente, foi exceção. A coisa foi realmente montada, de dentro para fora e ...

Hamas

Defender o Hamas é defender o lado mais nefasto, do islamismo. É, no mínimo, como retroceder séculos e defender o lado da Igreja Católica, que condenava à fogueira, quem fazia uma descoberta cientifica, contrária à fé, que impunham. Mulher da política, não, apenas, que defenda o Hamas, mas que não o condena, o suficiente, deveria perder todo o eleitorado. As maiores vítimas do islamismo radical, defendido pelo Hamas, são as mulheres. Estar contra o Hamas, não precisa estar a favor de Israel. É estar contra a barbárie. Na Segunda Guerra, ninguém queria dizer que o Roosvelt era um santo, nem o Churchill. O Stalin, menos ainda. Queria dizer, apenas, que Hitler era o demônio dos demônios. O bombardeio do hospital em Gaza, qual seria o interesse de Israel, que já está pisando em ovos? Eles não estão baseados em Gaza. Erro no lançamento, faria cair no próprio território israelense. Claro que é culpa do Hamas. Ou crassa incompetência, de gente que não sabe manipular um artefato, que lhes põem...

CREAs

Os CREAs têm sido tomados pela esquerda, há décadas e adquiriram o estilo petista de comandar. Trabalham para eles próprios, os mandantes e não para os filiados. Aquilo que já foi comentado, por este blog, no post de 6 de outubro passado, Cumpanhêros e bandêras . Os profissionais filiados não são os companheiros e sim as bandeiras, de uma causa inespecífica. Não se vê discutirem ações, que resultem em melhores salários para engenheiros. Há cinquenta anos, engenheiro rivalizava, em ganhos, com médico e juiz. Quando ocorrem problemas com obras, os CREAs sempre participam. Deveriam verificar as condições dos profissionais envolvidos, principalmente, se ele ganha o suficiente, para poder dispensar a atenção necessária. Acreditamos que todos querem o engenheiro mais capacitado, para projetar, construir e inspecionar as suas habitações, suas estradas, máquinas e tudo aquilo que é função de engenheiro. Acontece que os cérebros mais iluminados estão fugindo da Engenharia. Os melhores alunos...

Reunião de petistas

Reunião de petistas não se chama reunião, é sentar. “Precisamos sentar”, para resolver isso, ou aquilo. E como sentam! Encontros sobre a construção do novo aeroporto, que acabou não saindo, na época. Os participantes, quase todos mulheres, normalmente chegavam atrasados, cada um por um motivo. O tempo corria, a expectativa pelo aeroporto era grande e aquela que iria tomar decisão tinha que sair, porque tinha que ir ao colégio do filho. A reunião teria que ser remarcada para a semana seguinte. Vamos então quarta, às 14:00h? OK? “De tarde não posso de jeito nenhum, disse uma, tenho a terapeuta, mas posso de manhã”. Outra “Quarta de manhã eu não posso, tenho a reunião no Instituto Jones, vamos sentar lá, desta vez. Deixamos para quinta?”. “Vocês não sabem, que quinta estou indo pra Brasília, disse uma terceira. No primeiro voo. Volto domingo à noite. Fica então para segunda". “Pera aí!” o Secretário quer isso definido até sexta. Fulana, você vai ter que cancelar sua terapia”. “Tá boo...

Dia do Professor

Este dia faz lembrar a educação no Brasil e especialmente a reviravolta nas salas de aula, tirando a autoridade do professor. Não pode sequer dizer: “está errado”. A forma correta de falar e escrever envolve gramática, concordância, pontuação e mais requisitos. É forma usada para trabalhos escolares, trabalhos científicos, laudos, contratos, discursos, vestibular para faculdades e para provas, em geral, a partir do primeiro grau, ou deveria ser. Afinal é valido o dito popular: É de pequenino, que se torce o pepino. Um laudo não pode ter interpretação errada, por causa de má redação. Um contrato, menos ainda. Imaginem confundirem-se, nas referencias às partes envolvidas. No dia a dia, falamos como as pessoas, em volta de nós, falam. Não adianta bancar o pernóstico, em uma comunidade simples. Vai acabar falando sozinho e comunicar é interagir. Porém, aquilo que é dito nos livros, que seguem o controvertido método freiriano, que dizer “falar assim é errado” é humilhar a criança, por ...

Comparação

Desde há muito tempo comparam o capitalismo real, bancos cobrando juros altos, por conta maus pagadores protegidos, ou empresários demitindo, para baratear custos, esquecendo que pagam impostos exorbitantes, com a fabulosa teoria comunista: “De cada um, segundo sua capacidade, a cada um, segundo suas necessidades". Vamos então, fazer o contrário. Comparar o comunismo real, com o capitalismo teórico. Até hoje, o que se viu de comunismo foi elite administrativa distribuindo tudo, entre os próprios, deixando o povo à míngua. Com amigos e cúmplices, destacados para os órgãos de produção, nada entendendo do assunto, produzindo pouco, sem cumprir prazos, escassez  total, menos para os apadrinhados. Já os bancos! Vamos falar de bancos. Imaginem um mundo sem eles: As pessoas que quisessem guardar algum, para a velhice, teriam mesmo que guardar moedas no colchão e ficar tomando conta. Não poderiam tirar férias, sem deixar o patrimônio em risco. Já o jovem cheio de ideias, para cria...