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Muito obrigada!

Desde que me entendo por gente, sei que mulher agradece dizendo muito obrigada e homem muito obrigado. Às vezes ocorre de mulher, menos preocupada com a cultura, dizer obrigado, como se fosse um termo genérico. O agradecimento, desta forma, nada mais é que uma redução de: Eu me sinto obrigado, ou muito obrigado a atendê-lo. Mas agora tem novidade. Homens do povo, como camelôs e operários, deram para usar a forma feminina, quando se dirigem a uma mulher. O camelô da esquina, onde muitas vezes compro frutas, me diz sempre “Muito obrigada!”. Fica estranhíssimo, até grotesco, porque ele é um homem rude, sem polimento algum. É como se fosse alguém fazendo paródia de gay. Outro dia foi um operário da obra aqui do prédio, quando segurei a porta do elevador, para ele entrar com o material. “Muito obrigada!”. Minha irmã disse que ouviu o mesmo no supermercado, quando deu gorjeta ao empregado, que desceu o carrinho. Como tenho conhecimento antigo, com o camelô das frutas, tentei corrigi-lo. Diss...

Reversão

Causas abraçadas pela esquerda sempre gostam de ser numerosas. O MST, por exemplo. Querem, quanto mais gente, melhor. A esquerda gosta de incrementar, para tumultuar. Houvesse umas poucas centenas, ou poucos milhares de sem terra, certamente já estariam todos assentados, mas não daria para fazer as marchas pressionantes. Não é gente com tradição de trabalhar a terra. Qualquer bandido vale, para fazer número. Nas fronteiras, pegam até estrangeiros. Agora o filme Barbie, dizem ser cheio de lances de diversidade sexual. Aquelas meninas que passaram a infância brincando com Barbies estão constrangidas, em levar as filhinhas aos cinemas. As mulheres, tradicionalmente, se apegam às amigas trocam beijinhos e abraços, muitas vezes dividem cama em viagens, sem que tenham identificação trans. Homem, também, principalmente político, gosta de por o braço por cima do outro, o que nada tem a ver com diversidade sexual. Esquerda gosta de quantidade para fazer barulho, ter visibilidade, impor ...

Vocação para pobre

Anda uma cartilhazinha de ONGs, por aí, sem dúvida com patrocínio governamental conscientizando os jovens, de que tem que tributar os super ricos. Super ricos certamente é quem ganhou a mesma coisa que os outros e conseguiu fazer uma poupança, porque os ricos do mal têm o dinheiro protegido, em geral no exterior. Um parêntesis, ONG deveria mudar a sigla e passar a ser OMG. Organização Meio Governamental. Não se deram conta de uma coisa importante. O pobre é pobre, porque tem vocação para pobre, não por ter sido roubado pelo super rico. Como já foi dito aqui neste blog, a tal “mais-valia” marxiana, nada mais é do que o custo do trabalho do empreendedor, que fica rico porque tem aptidão, para isso, não porque roube. Quem rouba é político, que engana o eleitor. Rouba o Judiciário, cobrando custas altíssimas nos processos, inviabilizando a justiça para muitos além de exigir verbas altas, distribuindo entre si, através de altíssimos salários, incompatíveis com suas capacidades intelectua...

Contra e pronto !

  O que mais temos visto, nos últimos dez anos, pelo menos, são falas e vídeos de autoridades, de todos os nossos tribunais, inclusive STF e de políticos de renome, sobre o fato do Lula ter roubado o país, ser culpado por seu governo ter deixado roubar, da investigação do Sergio Moro ser legítima e das urnas terem que imprimir os votos, para serem garantidas. Hoje, parece que esqueceram o que disseram. Supõe-se que toda pessoa de bem deve estar contra esses políticos, contra o presidente controvertidamente eleito e contra esses tribunais, independentemente de Bolsonaro, de ser bolsonarista, ser verde amarelo, ou ser da cor do arco iris. Não há meio termo, mesmo que o Bolsonaro deixasse de existir, ou tivesse a própria reputação abalada. Não tem nada a ver com ele, tem a ver com princípios morais básicos. É como pedofilia. Temos que ser conta e pronto. Não dá para ficar tergiversando.  Vídeo obtido na internet e examinado minuciosamente. Quem usa o navegador Safari, se quiser...

Um ano sem Irene

Um ano do falecimento da minha irmã Irene. Minha companheira da juventude. Íamos juntas a todas as festas. Fosse baile, boate, casamento, ou aniversário de alguém. Ela ia às festas da Engenharia e eu ia às da Medicina. Ela sempre ajeitando minha roupa, meu cabelo, minha maquiagem, ou minha forma de pisar, com saltos. Íamos a muitos casamentos, representando os nossos pais. Casava filho, ou filha de amigo, o pai “pedia” que fôssemos. O pedia era de uma forma bem determinada. Isso, até o casamento dela, que me tornou tia, função que eu adorava. Foi, junto com a Oscarina, minha instrutora nos assuntos da vida. A Oscarina era filha de um casal amigo. O pai era quem tratava dos animais da nossa casa, que incluía um jacaré e a mãe era quem ficava conosco, quando minha mãe adoecia. Não tínhamos parentes para ajudar. Levava a filha, juntávamos as camas e ela dormia conosco. Era um pouco mais velha, também que a Irene e nossa instrutora. Para mim, nem tudo, minha irmã fazia uma triage...

Mais-valia

Estava vendo uma aula antiga, ainda sobre o idolatrado marxismo. Idolatrado pelos que não pensam por conta própria. Falavam sobre o conceito, inventado por Marx, de mais-valia, usado para explicar o lucro, no capitalismo. Seria a diferença entre o que o empresário ganha, com a venda de sua produção e o que paga aos trabalhadores e que ele considerava exploração do trabalho do proletariado. Só não contaram, para o descansado Marx e seus mentecaptos seguidores é que mais-valia é a remuneração cobrada pelo empreendedor, pelo seu próprio serviço, de fornecer o bem e criar aqueles empregos. Pode ser uma remuneração até exagerada? Que seja, apesar de, na prática, isso não ocorrer, em geral o contrário. Ter a ideia, montar o negócio, arrumar os recursos, estudar a clientela, a competição inevitável, enfrentar os riscos, a pressão governamental, a perda de noites de sono, tudo isso tem preço. Quem não concorda, pode tentar criar o próprio emprego e sair competindo.   Quem usa o navegado...