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Rei Charles III

Desde sua posse, com novos padrões criados pela engenhosidade do marido, o Príncipe Philip a Monarquia da British Comonwealth foi transformada em um show. A Rainha Elizabeth foi, em realidade, uma atriz, em seu camarim dourado. Grande atriz, interpretou majestosamente bem, o seu papel. No show, esse negocio de pai mãe e filho acabou. Não é pai querendo ver o filho brilhar é pai lutando, para o filho não brilhar, mais do que ele. Assessoria de imprensa, mais regiamente remunerada, quanto mais perto do trono. Para derrubar as imagens dos outros, tendo mais dinheiro, para negociar. O pirralho Harry tem razão. Apenas aos olhos reais ele é um traidor. Aos olhos comuns, certamente não. Das pessoas que um dia olham em volta e se dão conta: Eu não sou nada daquilo. Será que os interpretes da monarquia queriam que ele fosse o eterno bajulador, um tapete ali, à disposição? A primeira a pular fora foi Diana, laçada muito cedo. Se era um papel a ser representado, quem não decorou o scrip...

Mensagens

Fui por muitos anos da geração das cartas, dos telegramas, depois dos faxes, estes, principalmente, em serviço. Carta a gente escrevia e tinha paciência. O interlocutor ia ler, conforme a boa vontade e diligência dos correios. A gente escrevia e esquecia. Alguns podiam ficar ansiosos, quando o tema era bombástico, mas a maioria deixava para lá. A resposta viria, quando fosse a sua ocasião. Houve uma fase, Regime Militar, onde havia eficiência e ainda podíamos estar pensando na carta escrita um ou dois dias antes, mas antes e depois, o mais comum era carta do mês passado. Mesmo o telegrama, chegava, quando chegava. Quem queria pressa usava um telefone, coisa difícil de obter. Por isso mantive na cabeça. Mensagem é para ser lida quando o interlocutor se dispuser. Quando pega o aparelho e dá uma passada de olhos. Vê logo a que lhe chama mais atenção, no meio das de grupo e das de merchandizing. Quando preciso resposta imediata, ainda é telefonema, ainda que não simpatize muito com ...

Pastor Georgeval 2

Aquele monstro, o pastor Georgeval que abusou de duas crianças e as matou foi condenado a 146 anos de prisão. Ótimo! 146/ 6 = 24,33 anos. 1 sexto da pena. Para dar a primeira saidinha das grades. Botar o pezão porco na calçada. Beleza. Ver o sol nascer quadradíssimo por mais de 24 anos é uma punição quase exemplar. Pegando a marmita, enviesada, através da grade Só que não ! Agora, certamente,  vão reduzir a pena dele a 30. Aí, começam  a contar as progressões. 1/6 = 5 anos,   que ele já cumpriu, inclusive quando ficou fora da mídia, pela COVID. Daqui a pouco, cruzamos com ele na rua. Arriscando transformar em bandido, um cidadão de bem. Ele é tão asqueroso, que deve despertar o assassino que existe, dentro de cada um de nós.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safári, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Site Trackin...

Ainda armas

Somos iguais, ou não? Se somos todos iguais, as mesmas regras teriam que valer para todos, independentemente de quaisquer condições, que a pessoa apresente. Sendo culpado, paga pelo que fez e acabou. Agora, se as pessoas vão ser tratadas de forma diferente, se o importante é como ela se mostra na realidade, a lei e mais ainda a aplicação da lei, tem que levar isso em consideração. Por exemplo no caso de armas. Armas, indiscutivelmente, representam risco maior, na mão de bandido. Pessoa pacata, de classe média, se quer arma é, realmente, para defesa. Provavelmente vai guardar bem guardada, ao abrigo de incapazes e provavelmente só usará, em último caso. Para pessoas sem histórico de violência e irresponsabilidade a posse e porte de arma deveriam ser concedidos, sem maiores problemas. Bastaria mostrar ser competente para usar, ter renda legal compatível com o estilo de vida que leva, seja simples, ou suntuoso.   Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um...

Aconselhamento

Um jovem paulistano a quem ajudo, ouvindo e aconselhando, desde 2019. Na época ele estava tentando por fim à própria vida. Trocamos uma mensagem diária, desde aquela época. Hoje, usei caso pessoal, para lhe mostrar o que são pequenas atitudes, na direção de resolver um problema e que trazem satisfação. Foi uma ação, que fiz, um pequeno passo para resolver uma pendência. Não posso enviar meu Imposto de Renda, porque estou com um rendimento não declarado, do Banco Santander. Eles não mandaram para a pré preenchida. Nas últimas declarações estava sempre em restrições de COVID e eu não tenho acesso online a esse banco. Deixava explicado, na declaração. Teria que cadastrar complemento de acesso online na agência. Hoje fui lá, a pé, suando muito, porque o tempo está claro, mas preparando para chuva. Cheguei, a agência ali, não existe mais. Alguém me indicou a mais próxima, no bairro, mas não daria para ir a pé, principalmente no calorão e tenho meu Pilates online, que não quero perde...