Rei Charles III
Desde sua posse, com novos padrões criados pela engenhosidade do marido, o Príncipe Philip a Monarquia da British Comonwealth foi transformada em um show. A Rainha Elizabeth foi, em realidade, uma atriz, em seu camarim dourado. Grande atriz, interpretou majestosamente bem, o seu papel. No show, esse negocio de pai mãe e filho acabou. Não é pai querendo ver o filho brilhar é pai lutando, para o filho não brilhar, mais do que ele. Assessoria de imprensa, mais regiamente remunerada, quanto mais perto do trono. Para derrubar as imagens dos outros, tendo mais dinheiro, para negociar. O pirralho Harry tem razão. Apenas aos olhos reais ele é um traidor. Aos olhos comuns, certamente não. Das pessoas que um dia olham em volta e se dão conta: Eu não sou nada daquilo. Será que os interpretes da monarquia queriam que ele fosse o eterno bajulador, um tapete ali, à disposição? A primeira a pular fora foi Diana, laçada muito cedo. Se era um papel a ser representado, quem não decorou o scrip...