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Opinião

Perguntaram, uma vez, como podia opinar sobre um tema, sobre o qual não possuía formação, respondi: Pela única forma possível, pelo resultado. Um não engenheiro pode criticar um trabalho técnico, uma obra que está com características de mal edificada, com trincas, obra que induz a acidentes, ou vem abaixo. Um tratamento médico que é ineficaz, em doenças que se sabe curável ou controlável. Um método de alfabetização, onde os alunos não conseguem ler e se soletram, não entendem o que leram. Um serviço advocatício, quando uma causa tranquila, ou os prazos são perdidos, um tratamento psiquiátrico, quando anos de tratamento deixam o paciente na estaca zero, ou em condições piores, que a inicial. Simples assim. Quem usa o navegador Safari, se quiser honrar o blog com um comentário, tem que ir em Configurações, Safári, Privacidade e desmarcar a preferência Bloquear Compartilhamento de Informações de Navegação entre Sites (Prevent Cross Site Tracking). Com outros navegadores é Configuraçõ...

Estereótipos 2

Estereótipo é a maioria, o esperado. Vai preparar um lanchezinho à tarde para madames, enche de light, diet, sem glúten, porque a maioria, desse segmento, está engajada nessa cultura. Pode ter de reserva, um bolinho açucarado e refrigerante, para aquela exceção. Se fossem operários seria torresmo, caninha cerveja, calabresa e “picanha”. Pode haver exceção, algum já ter diagnóstico de diabetes, ou colesterol alto, vai ficar um pouquinho e se mandar, porque não iria resistir à tentação, água só não basta. O comércio quer vender, não quer produto encalhado. Faz uma análise visual da clientela, vê o estereotipo e estabelece o que deverá ser oferecido. Desde povos antiqüíssimos, meninas gostaram de brincar com bonecas, instinto maternal. Podia ser de galhos de arvores, de trapos, de barro, depois as industrializadas. E qualquer coisa que poderia ser ninada era tratada como boneca, como pequenos mamíferos, por exemplo. Meninos sempre gostaram de ferramentas, quebrar e “consertar”, montar, a...

Aceitação demais

Civilização, Iluminismo ou, quem sabe, Cristo, fez com que as pessoas passassem a aceitar e respeitar, os que estão em desvantagem. Os pobres, os doentes, os vencidos, os atrasados, os muito feios, os que são alvo de embaraço, realmente estão em situação de desigualdade e devem ser aceitos. Porém tem que haver limite, não pode o desigual valer-se disso, para querer dominar o mundo, para apagar o outro. Existem anões, nem sei se ainda podemos chamar assim, pessoa de pouca estatura. São dignos de todo o respeito do mundo. Apenas, há pouco mais de dez anos, comecei a ver sanitário público, para pessoa de baixa estatura, milênios de atraso, imaginem o desconforto! Mas, não poderiam ser padrão para tudo, especialmente para medidas. Prisioneiro de guerra tem que ser respeitado, mas não pode ser quem vai ditar regras, no acampamento. Há algum tempo surgiu a idéia, começando na Inglaterra, de que não se pode mais usar o termo leite materno, porque é ofensivo às, ou aos trans. Vão ... toma...

Desarmamento

Entreguei minha arma. Triste e apreensiva. Gostaria de estar entregando, por total falta de utilidade, mas não. Tenho o triste pressentimento, de que poderia vir a ser necessária. Não pretenderia atirar nem fazer curso de tiro, tenho horror a estouro, desde que me entendo por gente. Mas a Polícia Federal jamais se contentaria com meu argumento que, numa necessidade, basta voltar a boca da arma para fora e não para dentro. Isso se alguém estivesse querendo arrombar a minha porta, coisa que temo que um dia possa ocorrer e eu indefesa, dentro de casa. Essas autoridades nocivas tentam dizer, que o risco é a arma ser largada ao alcance de ladrões. Certamente o proprietário não tem o perfil, de quem faria jus à posse. Tenho argumentos que desmentem esses oficiais, de que armas legais são as que abastecem bandidos. É só terem critério lógico, para quem vão liberar a posse. Sou uma pessoa comum, a maioria me considera mais desatenta, que a média. Tive essa arma bem guardada por 33 anos,...

Cama refrigerada

Sou inventora nata, desde que me entendo por gente. Tinha ideia para tudo. Não podia ver uma problema, ou uma dificuldade, que bolava uma solução. Só na cabeça, virtual mesmo. Não cogitava em executar, até porque não teria tempo, as ferramentas e o conhecimento necessário. Outra ideia, para outra coisa, tomava o lugar da anterior. Pior, tinha a ideia, mas não o meio de executar um protótipo. Menos ainda, tinha foco. Há muitas décadas, quando soube que as luzes, da rua, acendiam e apagavam, conforme a luminosidade, através de célula fotoelétrica, pensei: Os carros deveriam ter essa célula no focinho, para a mudança: farol alto/baixo,  ocorrer de forma automática. Certamente o sensor teria que ser bem calibrado. Dizem até, que hoje já existe. Quem me visse andando para lá e para cá, pode ter certeza. Estava tendo ideias virtuais. Ideia, para levar material para alto dos morros, através de linha teleférica desmontável, ou fazer um celular religar automaticamente, quando desligávamos p...