Sonho

 Este post não é opinião. É relato de sonho.

Ao amanhecer, quando insisti em ficar um pouco mais na cama, acabei dormindo e tendo um sonho, até pesadelo, com as coisas se misturando, como Alice nos Pais das Maravilhas.
Estava vindo pela caçada da Av. Desembargador Santos Neves, na altura do Praia, com minha mãe e minha irmã mais velha, aliás ambas já não vivem mais. Estava com pressa, não lembro por que deixei as duas para trás.
Andei duas quadras e a ao virar a esquina estava em um ônibus subindo a Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, que conhecia de há muitas décadas, quando se podia andar tranquilamente no Rio. Engraçado, como estava em um ônibus, enxerguei a ladeira na Figueiredo, ao lado do túnel de entrada, quando ela fica na Siqueira Campos, onde há túnel de saída. Consegui saltar rapidamente e achei melhor pegar um táxi para voltar.
De repente estava naquelas ruas da Praia do Canto, perto da Enseada e uma senhora bem idosa me ajudou a mostrar onde poderia pegar o táxi. No sonho eu era bem mais jovem, ainda tinha mãe. A tal senhora mostrou uma passagem para a Praça do Cauê. Passei por uma subida e descida, em um lugar deteriorado e sem querer derrubei um balde cheio de urina. Segui em frente e fui parar em uma edificação, onde me disseram que conseguiria um táxi.
Subi no prédio e disseram que táxi ia demorar só uma menina que tinha moto táxi. Aceitei, pedindo que fosse bem devagar. Peguei uns trocados e uma nota de dez, achando que para moto táxi dava. Antes de sair, ela beijou uma menina na boca, de forma bem demorada. Estranhei, mas tudo bem, tinha lido à noite muita matéria sobre a parlamentar trans, Erika Hilton. Ai vi que a moça, que ela beijava, não era grande, estava diminuindo, virou criança e saíram juntas. Ela botou a menina na frente da moto e foram embora. Pensei que eu fosse subir atrás e achei que estava perdendo muito tempo. Não tinha avisado ninguém e não sabia como explicar tudo aquilo.
O melhor era conseguir o ponto de táxi mesmo. Voltei a subir e vi que o prédio era um hospital, estava dentro de um quarto, cheio de camas, com pessoas doentes. Desci de novo e estava na Praia do Suá, tentando me orientar. Sabia que por ali havia um ponto de táxi. Na realidade o que eu procurava era um da Praia do Canto, na Reta da Penha, esquina com Eurico Aguiar. Da porta do prédio do hospital olhei para lá e estava vazio. Pensei: esses Ubers acabaram com os táxis, vou ligar para um Uber.
Estava olhando espaço perto de onde moro, mas no sonho ali era outro bairro,  Bento Ferreira. Fui pegar o celular e vi que estava sem a bolsa, que poderia ter deixado na saleta próxima a um dos quartos do hospital. Voltei a subir e era um monte de cômodos, um corredor comprido e eu já sem saber o que fazer quando acordei.
Que ótimo, não estava encrencada, era sonho!

 

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